flash do cadeirante

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24 de janeiro de 2011

Ônibus novo inédito no Brasil, na Estrela T.C.

 
Diretores acompanharam a solenidade
Na noite de terça-feira(10/08), no espaço CenterBus da DVA(revenda Mercedes Benz) foi apresentado o primeiro ônibus Piso Baixo Trazeiro, com chassis Mercedes Benz, produzido no Brasil, aos principais diretores e convidados das empresas de ônibus de Florianópolis.

Informações sobre o veículo: A empresa Estrela Transporte Coletivo, inova ao adquirir um ônibus de Carroceria Marcopolo e Chassi Mercedes Benz com a configuração de Piso Baixo Trazeiro(PBT), sendo esta a primeira unidade produzida no Brasil com tal configuração.

O modelo Torino que irá operar na linha Campinas, tem um diferencial entre os demais veículos da grande Florianópolis, o fato de ter maior acessibilidade aos portadores de deficiencia física. O ônibus possui, pela parte trazeira, entrada através de uma rampa, a qual facilita a mobilidade do cadeirante, na entrada e saída do coletivo, gerando mais conforto e segurança ao portador de necessidades especiais, diferentemente dos ônibus comprados anteriormente para o transporte coletivo de Florianópolis.

A empresa Estrela irá efetuar testes com este veículo nos próximos meses, sendo aprovado, o mesmo passará a compor a frota da empresa nas próximas renovações.









Veículos possuem maior mobilidade aos cadeirantes


Matérai: No Trajeto     Imagens: Diogo Carvalho


COLARE W8 ACESSO FÁCIL MOSTRA A EVOLUÇÃO DA ACESSIBILIDADE NO TRANSPORTE COLETIVO NA INOVATEC 2008





Alta Resolução Veículo tem características inéditas para atender o transporte de portadores de mobilidade reduzida

O miniônibus Volare W8 Acesso Fácil, desenvolvido dentro das novas normas de acessibilidade para o transporte coletivo, foi um dos destaques da 4ª Inovatec – Feira de Ciências, Tecnologia e Inovação – considerada a maior no País na divulgação e incentivo às inovações tecnológicas, que aconteceu entre os dias 29 de setembro e 2 de outubro, no Expominas, em Belo Horizonte.

O Volare W8 Acesso Fácil exposto no estande do IPEM-MG foi utilizado como veículo modelo para demonstrar as possibilidades e as inovações aplicadas no transporte de pessoas com mobilidade reduzida. Primeiro miniônibus produzido no País que permite o rebaixamento da suspensão traseira e tem piso baixo (Low Entry), proporciona maior conforto, segurança e comodidade para os usuários do transporte público com necessidades especiais.

Diferente dos demais veículos do mercado, não possui degraus de acesso na porta traseira e tem piso baixo nessa área, o que o torna ideal para o transporte de pessoas com mobilidade reduzida. Com isso, nas operações de embarque e desembarque, o piso do veículo fica no mesmo nível da calçada, facilitando o acesso de cadeirantes, gestantes, idosos e obesos.

No Brasil, a Volare quer introduzir o conceito de acessibilidade universal às linhas de alimentação da rede de transporte público. Com isso, tem investido em inovações tecnológicas para atender os mais diversos usuários de transporte coletivo. “A frota de ônibus em circulação hoje no País é composta por cerca de 100 mil veículos que deverão ser substituídos ou adaptados para as normas de acessibilidade nos próximos sete anos”, explica Nelson Gehrke, diretor da unidade de negócios Volare.

"A preocupação com a acessibilidade fez com que a Volare procurasse alternativas para melhorar tanto a velocidade operacional como gerar maior comodidade e segurança”, completa o executivo.

Piso baixo e suspensão pneumática

O piso baixo na parte traseira (Low Entry) e o sistema pneumático para o rebaixamento da suspensão traseira possibilita que, nas operações de embarque e desembarque, o piso do veículo fique no mesmo nível da calçada, facilitando o acesso de cadeirantes, gestantes, idosos e obesos. Além disso, o embarque e o desembarque podem ser feitos também por uma rampa, o que reduz consideravelmente o tempo necessário para a entrada e saída dos passageiros. A operação, que leva cerca de quatro minutos nos miniônibus convencionais, consome menos de 15 segundos no Volare Acesso Fácil.

Para os deficientes visuais foi criado um corrimão tátil e, no corredor interno, próximo à escada, foi desenvolvido perfis transversais (em relevo) no piso para "sinalizar" e facilitar o acesso. Para os deficientes auditivos, há um painel com informações sobre os trajetos. Na parte traseira há um espaço reservado para as cadeiras de rodas. As janelas são mais baixas e a porta é de vidro para permitir que o cadeirante veja o trajeto que está fazendo. O piso é antiderrapante para evitar acidentes perto dos degraus.

A Inovatec tem como objetivo favorecer o intercâmbio entre os centros de desenvolvimento científico e tecnológico e as indústrias e estimular o trabalho conjunto na identificação de oportunidades para pesquisa e desenvolvimento de produtos, processos e serviços. No evento, empresas, pesquisadores, inventores, órgãos públicos e instituições de ensino e pesquisa poderão interagir, trocar experiência e transferir tecnologia, garantindo assim o avanço tecnológico e produtivo nos vários segmentos da economia brasileira.

CURITIBA GANHA NOVOS ÔNIBUS PARA LINHA TURISMO

 - Nos próximos dias começarão a circular em Curitiba os novos ônibus de dois andares da Linha Turismo. Os ônibus "double-decker" tornaram-se atrações turísticas em cidades européias como Londres, Paris, Madrid e Barcelona. O piso superior dos novos ônibus fica ao ar livre, proporcionando uma vista panorâmica do trajeto e dos 25 pontos de visitação. Os "double-decker" tem carroceria com quatro metros de altura e o dobro da capacidade dos ônibus atuais do modelo "jardineira" .




Vista frontal do novo ônibus. E Rampa de acesso para cadeirantes


O número de bancos, por exemplo, aumentou de 32 para 66 e a capacidade total subiu de 76 para 92 pessoas. O aumento da capacidade vai resolver a necessidade freqüente de acomodar grupos maiores de excursão. Os novos veículos têm 55 assentos no segundo piso, equipados com cinto de segurança de dois pontos, porta-copos e porta-folhetos. Não será permitido viajar em pé no piso superior. Antes de movimentar o veículo, o motorista fará o controle da posição dos passageiros por meio de uma câmera. Por razões de segurança, todos os obstáculos ao longo do trajeto da linha - como fiação de energia e telefonia, árvores, semáforos e placas de trânsito - foram elevados para altura mínima de segurança de cinco metros. Como o piso do deque do ônibus está a 2,6 metros do chão, haverá segurança total para passageiros com até 2,4 metros de altura. A proteção é feita com um pára-brisa dianteiro e com barras de proteção lateral e traseira.

Nossa isto é um show de competência administrativa do poder  público, já os nossos governantes municipais do Norte e Nordeste deixão à desejar
Estou muito contente com tantas informações que este blog http://www.omnibus.com.br/

VOLARE W8 FÁCIL ACESSO

VOLARE W8 FÁCIL ACESSO






O miniônibus Volare W8 Acesso Fácil, desenvolvido dentro das novas normas de acessibilidade para o transporte coletivo, foi um dos destaques da 4ª Inovatec – Feira de Ciências, Tecnologia e Inovação – considerada a maior no País na divulgação e incentivo às inovações tecnológicas, que aconteceu entre os dias 29 de setembro e 2 de outubro, no Expominas, em Belo Horizonte (MG). O Volare W8 Acesso Fácil exposto no estande do IPEM-MG foi utilizado como veículo modelo para demonstrar as possibilidades e as inovações aplicadas no transporte de pessoas com mobilidade reduzida. Primeiro miniônibus produzido no País que permite o rebaixamento da suspensão traseira e tem piso baixo (Low Entry), proporciona maior conforto, segurança e comodidade para os usuários do transporte público com necessidades especiais. Diferente dos demais veículos do mercado, não possui degraus de acesso na porta traseira e tem piso baixo nessa área, o que o torna ideal para o transporte de pessoas com mobilidade reduzida. Com isso, nas operações de embarque e desembarque, o piso do veículo fica no mesmo nível da calçada, facilitando o acesso de cadeirantes, gestantes, idosos e obesos. No Brasil, a Volare quer introduzir o conceito de acessibilidade universal às linhas de alimentação da rede de transporte público. Com isso, tem investido em inovações tecnológicas para atender os mais diversos usuários de transporte coletivo. “A frota de ônibus em circulação hoje no País é composta por cerca de 100 mil veículos que deverão ser substituídos ou adaptados para as normas de acessibilidade nos próximos sete anos”, explica Nelson Gehrke, diretor da unidade de negócios Volare. "A preocupação com a acessibilidade fez com que a Volare procurasse alternativas para melhorar tanto a velocidade operacional como gerar maior comodidade e segurança”, completa o executivo.



Piso baixo e suspensão pneumática - O piso baixo na parte traseira (Low Entry) e o sistema pneumático para o rebaixamento da suspensão traseira possibilita que, nas operações de embarque e desembarque, o piso do veículo fique no mesmo nível da calçada, facilitando o acesso de cadeirantes, gestantes, idosos e obesos. Além disso, o embarque e o desembarque podem ser feitos também por uma rampa, o que reduz consideravelmente o tempo necessário para a entrada e saída dos passageiros. A operação, que leva cerca de quatro minutos nos miniônibus convencionais, consome menos de 15 segundos no Volare Acesso Fácil. Para os deficientes visuais foi criado um corrimão tátil e, no corredor interno, próximo à escada, foi desenvolvido perfis transversais (em relevo) no piso para "sinalizar" e facilitar o acesso. Para os deficientes auditivos, há um painel com informações sobre os trajetos. Na parte traseira há um espaço reservado para as cadeiras de rodas. As janelas são mais baixas e a porta é de vidro para permitir que o cadeirante veja o trajeto que está fazendo. O piso é antiderrapante para evitar acidentes perto dos degraus. A Inovatec tem como objetivo favorecer o intercâmbio entre os centros de desenvolvimento científico e tecnológico e as indústrias e estimular o trabalho conjunto na identificação de oportunidades para pesquisa e desenvolvimento de produtos, processos e serviços. No evento, empresas, pesquisadores, inventores, órgãos públicos e instituições de ensino e pesquisa poderão interagir, trocar experiência e transferir tecnologia, garantindo assim o avanço tecnológico e produtivo nos vários segmentos da economia brasileira.
 
Agradeço ao Blog:
http://www.omnibus.com.br/af114.htm

Bussmania: Ônibus novo inédito no Brasil, na Estrela T.C.

Bussmania: Ônibus novo inédito no Brasil, na Estrela T.C.: "Na noite de terça-feira(10/08), no espaço CenterBus da DVA(revenda Mercedes Benz) foi apresentado o primeiro ônibus Piso Baixo Trazeiro, com..."

15 de janeiro de 2011

Sétimo Olhar: Sempre ao Seu Lado - Filme

Sétimo Olhar: Sempre ao Seu Lado - Filme: "Baseado na história real que aconteceu no Japão de um cachorro da raça akita chamado Hachiko, o filme Sempre ao Seu Lado é a adaptação da me..."

12 de janeiro de 2011

Frota de ônibus de São Luis

Ônibus adaptado com plataforma travada

Em são Luís-ma, nunca vi um descaço geral do poder publico!!
 Se vocês verem, na foto, este ônibus adaptado da empresa Solemar ficou com a plataforma travada na hora que o funcionário estava guardando a mesma, detalhe eu já etava dentro do veículo...

Então fui obrigado a sair do mesmo....



7 de janeiro de 2011

MA: cadeirante espera mais de duas horas por ônibus adaptado


O teste de moblilidade para deficientes físicos foi feito em cinco capitais brasileiras, a que apresentou melhor qualidade de serviço foi Porto Alegre (RS).

A novela "Viver a vida" colocou um problema em evidência, esta semana. A cena entre a protagonista Luciana e o cobrador de um ônibus retrata bem a realidade.

Cobrador: Olha só, moça, eu vou avisar logo que vai demorar, tá?
Luciana: Demorar o que, moço?
Cobrador: Pra resolver isso aqui, o elevador
Luciana: Não devia ser assim, né, mas paciência

Cena de novela? É, mas tem tudo a ver com o que aconteceu com o artista plástico Alarico Moura, em um ponto de ônibus do centro do Rio de Janeiro, esta semana. Meia hora de espera e quem disse que o equipamento funcionava?

Alarico e outros quatro cadeirantes foram convidados a fazer um teste em ônibus de Rio de Janeiro, São Paulo, São Luís, Goiânia e Porto Alegre.

O primeiro caso é do carioca. Com ajuda de um pedestre, Alarico sobe e se acomoda no lugar destinado a portadores de necessidades especiais. Mas na hora de recolher o equipamento, problemas. A cobradora aperta o botão, sobe no elevador e nada.

“Não é que eu não estou sabendo ligar. O negócio é que não está funcionando”, explica a cobradora.

Passageiros desistem de esperar. O elevador, enfim, dá sinal de vida. E 20 minutos depois, o ônibus sai.

Só que depois do desembarque do Alarico, o elevador emperra de novo. “Eu me senti muito constrangido, porque essa dificuldade toda faz com que o veículo demore muito tempo, quer dizer, os passageiros em trânsito, estão se deslocando, saindo do trabalho, voltando para casa, eu fiquei olhando para o rosto das pessoas com um constrangimento muito grande”, revela o cadeirante.

Dos 8,8 mil ônibus que circulam no município do Rio de Janeiro, 2 mil já estão adaptados, segundo o sindicato das empresas de ônibus. Mas ainda há muito a fazer. Um decreto de 2004 determina que 100% da frota nacional deverão estar totalmente acessíveis aos cadeirantes em 2014. Faltam quatro anos. E não basta ter o equipamento, é preciso saber usar.

“No meu ponto de vista, nós estamos super atrasados. Em quatro anos muito dificilmente teremos toda a frota adaptada e é uma capital que vai ser a capital da Olimpíada e da Para-Olimpíada, além de ser uma sede da Copa de 2014”, observa o presidente do Instituto Muito Especial, Marcos Scarpa .

Outra sede da Copa também mostra problemas. São Paulo tem 15 mil ônibus, quase 4 mil adaptados. O administrados de empresas Eduardo Figueiredo Palma deu sorte. Seis minutos no ponto e o ônibus chegou. Tudo funcionou bem. Mas a espera pelo segundo ônibus foi um balde de água fria.

"Já faz 27 minutos agora que eu estou esperando o ônibus", conta.

O ônibus adaptado só chegou 59 minutos depois.

"O cadeirante paulista que irá fazer viagem de ônibus e necessitar desse ônibus adaptado vai encontrar dificuldade na questão de tempo, porque nem todas as linhas são adaptadas, e dificuldade na questão de preparo dos profissionais para atendê-lo", avalia o administrador de empresas.

E o pior ainda estava por vir. Em São Luís, somente 231 ônibus de quase 1 mil estão preparados para receber quem usa cadeira de rodas. Antônio chegou ao ponto de ônibus às 15h45. Três veículos adaptados pararam, mas o equipamento não funcionou em nenhum. Quando deu certo, ainda teve que explicar como fazer a plataforma se movimentar. O embarque aconteceu duas horas e treze minutos depois da chegada ao ponto.

Fomos ao Centro-Oeste, em Goiânia, grande parte da frota é acessível aos cadeirantes: mais de 1,1 mil dos quase 1, 5 mil ônibus. Mas isso não significa que o serviço é eficiente. De novo, defeito no equipamento.

Outro ônibus, o mesmo problema. Só meia hora depois de muitas tentativas, um elevador para Juliana. “É sempre assim, mas hoje parece que está pior, viu? De cada dez ônibus que passa, três estão estragados, o motorista não para, se tiver muito cheio eles não param para embarcar o cadeirante”

Em Porto Alegre, o número de carros adaptados é pequeno: são 470 dos quase 1,6 mil. A advogada Andréa Pontes aguardou meia hora pelo primeiro ônibus para cadeirante no centro da cidade. Fora a espera, tudo correu bem.

Quando repetimos o teste em outro ônibus, o motorista deu exemplo. Manobrou o carro para chegar mais perto do meio-fio. Andréa entrou e saiu com muita rapidez.

“Eu fiquei bastante admirada na forma como os ônibus em Porto Alegre estão preparados e, principalmente, os funcionários das empresas”.

Resultado do teste do Fantástico: Porto Alegre tem o melhor serviço. E São Luís foi a capital onde constatamos o pior atendimento. Além do mais longo tempo de espera, 2 horas e 13 minutos, em três ônibus adaptados o elevador não funcionava.

Na opinião de quem trabalha para inserir o cadeirante na sociedade, a falta de transporte digno impede a pessoa de ser cidadã.

“Impacta diretamente na sua vida profissional, na sua vida social, ela não tem direito de ir a um médico, ela não consegue chegar a um hospital, ela não consegue chegar, fazer um tratamento ambulatorial, ela fica literalmente ilhada dentro de casa”, fala Marcos Scarpa.

Cadeirantes: ônibus adaptados não facilitam a vida


Foto: Wildes Lima
Foto: Wildes Lima
Os cadeirantes passam muitas dificuldades nas ruas de Belém. Mesmo com vários coletivos adaptados às necessidades deles, o direito de ir e vir ainda esbarra na falta de conscientização das pessoas e do próprio poder público.
Um desses cadeirantes, Iremar Pereira da Rocha, de 49 anos, que é jogador de basquete, relata como pode ser difícil a vida de quem depende de outros. Em entrevista ao Diário Online, ele relata que, por mais que os novos ônibus adaptados às necessidades especiais tenham vindo para ajudar os deficientes, nem tudo melhorou.
“Muitos motoristas dos ônibus adaptados não param para os deficientes. E quando param, querem que os usuários dos coletivos nos ajudem a subir no ônibus, porque eles não sabem ou mão querem operar a máquina ou alegam que ela está com defeito”, denuncia.
Iremar, que é deficiente desde os três anos de idade, quando contraiu poliomielite, necessita andar de ônibus todos os dias, para se deslocar até a escola Jarbas Passarinho, na avenida 25 de Setembro, onde trabalha. Ele precisa de muita paciência até conseguir um veículo para chegar ao trabalho. “Pego o ônibus da linha Sacramenta-Nazaré todos os dias, mas tenho de esperar muito por um ônibus adaptado e no qual a máquina esteja ‘funcionando’. Nisso, perco quase uma hora ou até mais tempo, e, para não me atrasar para o trabalho, acabo embarcando nos ônibus convencionais mesmo”, relata ele.
Dentro dos coletivos, muitos passageiros também dificultam a vida dos cadeirantes. “Tem passageiros que ocupam o espaço destinado aos deficientes. Colocam caixas ou compras, e quando pedimos licença, nos olham de cara feia, e não saem do lugar”, diz Iremar.
Dificuldades também nas ruas
Nas ruas da capital, a situação também não em diferente. As ruas do Telégrafo, onde Iremar mora, são um exemplo dos problemas que estão por toda Belém. A maioria das calçadas estão desniveladas, e muitos carros não respeitam as poucas rampas para deficientes, estacionando na direção delas, o que impede os cadeirantes de conseguirem subir nas calçadas. “Na Praça Brasil, muitos carros estacionam em cima das rampas. Os flanelinhas que reparam os automóveis não estão nem aí, mandam os motoristas estacionarem onde eles querem”, afirma.
Irema Rocha diz que briga pelos seus direitos desde 1990, e já foi ao Ministério Público do Estado brigar pelo direito de ter ônibus adaptados. “Brigamos, fizemos protesto, mas parece que não adiantou nada”, conclui.
Fonte: Nayara Ferraz/Diário

ônibus adaptados de Belém,PA

 Viação Monte Cristo Ltda.


09/10/2010 11:34:10 @ 155.9 Kb @ 198 acessos - link

Carroceria: Comil S.A
Modelo: Svelto G5
Chassi: Volksbus 15-190 EOD
Empresa: Viação Monte Cristo Ltda.
Linha: CDP - Providencia
Prefixo: AL-63506
Pintura: Rafael Rostand


 
Viação RIO TIGRE Ltda.


10/09/2010 21:04:01 @ 212.0 Kb @ 98 acessos - link

Carroceria: Mascarello Gran Via II
Chassi: Volksbus 17-230 EOD
Empresa: Viação Rio Tigre Ltda. (Empresa Ficticia)
Linha: GUAJARÁ - UFPA
Prefixo: TR-97502
Pintura: Rafael Rostand


 Viação FORTE Ltda
 
23/09/2010 21:33:01 @ 166.3 Kb @ 96 acessos - link

Carroceria: Busscar Urbanuss II
Chassi: Volksbus 17-230 EOD
Empresa: VIANORTE Ltda.
Linha: Sideral D.Pedro II
Prefixo: CF-75505
Pintura: Rafael Rostand
Pintura e Montagem GIF: Rafael Rostand



Viação Monte Cristo Ltda.
 
08/10/2010 00:11:17 @ 103.9 Kb @ 115 acessos - link

Carroceria: Comil S.A
Modelo: Svelto G5 De Piso Traseiro Baixo
Chassi: Volksbus 17-230 EOD
Empresa: Viação Monte Cristo Ltda.
Linha: Sacramenta Humaita
Prefixo: AL-22701
Pintura: Rafael Rostand

VIP Transporte Ltda.

 
25/09/2010 12:07:33 @ 114.8 Kb @ 96 acessos - link

Carroceria: Comil Piá
Chassi: Mercedes Benz LO-915
Empresa: Vip Transporte LTDA.
Linha: Icoaraci Ver-o-Peso
Prefixo: CE-004
Pintura: Rafael Rostand
 

 Viação FORTE Ltda.

 
09/10/2010 22:47:06 @ 278.5 Kb @ 153 acessos - link

Carroceria: Neobus
Modelo: Mega
Chassi: Mercedes Benz OF-1722M
Empresa: Viação FORTE Ltda.
Linha: Guajará Ver-o-Peso
Prefixo: AF-90620
Pintura e Montagem GIF: Rafael Rostand


Urbelândia é a primeira cidade do País a operar com os ônibus 100% adaptados para deficientes

quarta-feira, 21 de outubro de 2009


Uberlândia tem 100% da frota de ônibus adaptada e acessível para deficientes. “Todos os veículos têm idade média menor que 1 ano e são adaptados com elevadores, para oferecer comodidade e segurança às pessoas com deficiência”, explicou o secretário Municipal de Trânsito e Transportes, Paulo Sérgio Ferreira.Para definir as três empresas que operam no transporte coletivo de Uberlândia foram levados em conta, experiência em linhas urbanas, experiência em sistema de bilhetagem eletrônica, experiência em operação de veículos acessíveis, compromisso na adaptação de veículos para deficientes, experiência em operação de corredores, disponibilidade de veículos, certificado ISO – 9001: 2000, prazo para início de operação e idade média da frota.
“O transporte pra ser bom tem que ter ônibus novos, motoristas e cobradores comprometidos com a qualidade do serviço. Também tem que ter vias adequadas e o Prefeito está investindo em corredores de transporte. Então é um conjunto de ações para evitar demora e quebra de ônibus. Com isso vamos melhorar a qualidade do serviço, disse o secretário de Trânsito e Transportes, Paulo Sérgio Ferreira.
 
Fiquei muito feliz ao lê essa reportagem....
Fica a pergunta! que falta pra outras cidades do Brasil fazer o mesmo?????????

Despreparo afeta acesso de cadeirantes


Insatisfeito com o atendimento aos portadores de deficiência física no transporte coletivo mogiano, o vice-presidente do Centro de Integração da Pessoa com Deficiência (CIPD), Alessandro Alexandre Avelar, questiona o preparo dos motoristas e cobradores dos ônibus da cidade para atender aos cadeirantes.
De acordo com ele, que é tetraplégico há nove anos e utiliza o transporte público diariamente, apesar da maioria dos ônibus da frota mogiana contar com o elevador especial para a cadeira de rodas, os motoristas e cobradores não são capacitados para operá-lo. Na manhã de ontem, o motorista do coletivo que faz a linha Rodeio via Cabo Diogo Oliver teve problemas para acionar a plataforma eletrônica do elevador quando um passageiro deficiente precisou embarcar, e o ônibus ficou parado por cerca de 30 minutos até que o problema fosse resolvido.

Segundo Avelar, a situação se agrava em horários considerados de pico. "Como os motoristas não conseguem manipular corretamente o mecanismo do elevador, os demais passageiros ficam irritados e reclamam da demora em prosseguir a viagem", contou Avelar. Ele diz que os problemas são variados. "As rampas de elevação travam, os cintos de segurança muitas vezes não funcionam e a população não é educada para compreender as dificuldades de um deficiente físico". Avelar afirmou que a falta de utilização e manutenção dos elevadores também prejudicam seu funcionamento. "Os motoristas deveriam fazer um teste diariamente, para verificar se o elevador está funcionando", sugeriu o cadeirante.

Fonte: Mogi News

Campinas: Prefeitura e empresas entregam mais 51 ônibus acessíveis


Campinas recebeu nesta quinta, dia 28 de outubro, mais 51 ônibus novos e acessíveis. A nova frota, que conta com 10 ônibus articulados e 41 convencionais, foi apresentada pelo prefeito Dr. Hélio de Oliveira Santos, pelo secretário de Transportes, Gerson Luis Bittencourt; e representantes da empresa VB1 e do Consórcio Urbcamp, no Parque Universitário de Viracopos.

Dos 51 veículos, 30 foram comprados pela VB-1, incluindo os 10 articulados; e 21 pelo Consórcio Urbcamp; sendo 20 pela empresa VB-3 e um pela Coletivos Pádova. Juntas, as empresas investiram cerca de R$ 14,5 milhões na renovação. A maioria dos veículos será para substituição da frota.

Os ônibus da VB-1 serão alocados em linhas da Vila União, Vida Nova, Ouro Verde, DIC e Campo Belo. Já os do Consórcio Urbcamp vão beneficiar os usuários das linhas do Parque Prado, Carlos Lourenço, Jardim Amazonas e Parque Cidade; e o único veículo da Coletivos Pádova será alocado na região de Sousas.

Os novos ônibus vão beneficiar, aproximadamente, 30,5 mil usuários em toda a cidade. Com a chegada desses veículos, a idade média da frota do sistema InterCamp caiu de 4,32 para 3,95 anos.

Atualmente, a frota do transporte público conta com 1260 ônibus e miniônibus. Desse total, 384 ônibus são acessíveis, o que representa 30% da frota.

“A acessibilidade no transporte coletivo de Campinas já está acima do que é preconizado pela legislação federal e vamos continuar investindo nisso. É com o estímulo para o transporte coletivo que garantimos o direito constitucional de ir e vir das pessoas e reduzimos o transporte individual nas ruas, contribuindo também para a melhoria do trânsito”, disse o prefeito Dr. Hélio.

Outro dado de destaque no processo de modernização da frota em Campinas é que, desde o início da implantação do InterCamp, a cidade já recebeu 990 veículos O Km.

“Faltam apenas dez ônibus para chegarmos à marca de 1000 veículos zero quilômetro entregues na gestão do prefeito Hélio. Proporcionalmente, é a maior renovação de frota feita do país”, disse o secretário Gerson Bittencourt.

A marca de 1000 veículos novos entregues no Sistema InterCamp, por sinal, será atingida ainda em 2010 porque novos veículos já foram adquiridos pelas concessionárias e estarão nas ruas até o final do ano.

Capacitação dos operadoresCom a crescente ampliação da frota acessível da cidade, a EMDEC tem investido na capacitação de motoristas e cobradores para que os operadores de todo o Sistema InterCamp estejam aptos a operar os veículos acessíveis e a atender de maneira adequada às pessoas com deficiência.

Desde janeiro de 2005, a EMDEC já capacitou 3.007 operadores das concessionárias e cooperativas do InterCamp pata atuarem com o transporte acessível e, em agosto deste ano, o treinamento atingiu todos os motoristas e cobradores que atuam em veículos acessíveis na cidade.

No momento, a EMDEC realiza os treinamentos para atender a profissionais recém-contratados pelas concessionárias e cooperativas; aqueles que passaram a operar veículos acessíveis recentemente; e também aqueles que hoje atuam com veículos comuns, mas já começam a ser preparados para a transição aos veículos acessíveis – a legislação federal determina que toda a frota deverá ser acessível até 2014.

No treinamento oferecido pela EMDEC, os operadores aprendem a utilizar os equipamentos do veículo acessível e também passam por uma “sensibilização” para entender as dificuldades enfrentadas pela pessoa com deficiência e quais os cuidados que deverão ser observados no atendimento.

O treinamento tem carga horária de oito horas e é realizado semanalmente, para turmas com cerca de 25 operadores.

Com o objetivo de ampliar o alcance do trabalho, a partir de novembro a EMDEC convocará, no Diário Oficial, todos os operadores que ainda não realizaram o treinamento. Desta forma, todos os operadores, independentemente de trabalharem ou não com veículos acessíveis, estarão capacitados para fazê-lo.

Fonte: EMDEC

Em Piracicaba, Portador de deficiência espera 1 hora por ônibus do transporte coletivo


Portadores de deficiência que utilizam o transporte coletivo em Piracicaba, passam muito tempo nos pontos à espera de ônibus adequado e têm que contar com a boa vontade dos motoristas para conseguir embarcar. A reportagem da EPTV flagrou usuários do transporte coletivo, que permaneceram pelo menos uma hora à espera de ônibus, na manhã desta quinta-feira (2).
Na cadeira de rodas, a estudante Maria do Socorro de Barros saiu de casa, na Vila Gilda, às 8h20, para buscar um remédio que deveria ser retirado às 10h no centro de Piracicaba. A estudante disse que motoristas não param, por que os ônibus comuns não têm estrutura para carregar portador de deficiência.
Depois de mais de uma hora de espera, ela consegue embarcar em um ônibus comum, com a Judá do próprio motorista. Dentro da condução, oito lugares precisaram ser ocupados para acomodar Maria, outro portador de deficiência e as cadeiras de ambos. Na chegada, 45 minutos depois, os dois contaram com a ajuda de outros passageiros para conseguir descer.
De acordo com a prefeitura, dos 200 ônibus que circulam na cidade, 50 são adaptados, mas estão distribuídos por 97 linhas, o que acaba sendo insuficiente.
Pela lei, desde dezembro de 2006, todos os modelos e marcas de ônibus têm que sair de fábrica adaptados. As empresas de transporte coletivo têm até dezembro de 2014 para oferecer apenas carros adaptados na prestação de serviço aos municípios.

Campinas
Em Campinas, existe o serviço de agendamento de transporte específico para portadores de deficiência, que segundo a prefeitura atende 75% das solicitações.
O número de atendimentos, que em 2008 chegou a 54 mil viagens 2010, feitas por 20 vans, já chega a 75 mil viagens de 1,3 mil usuários este ano, em 25 vans.
O telefone para o serviço é 1517.
Os ônibus adaptados, que em 2008 eram 126, em 2010 já são 380.
Fonte: EPTV

Salvador tem 36% dos ônibus para cadeirantes


A frota de ônibus de Salvador passou em 2010 por um  processo de modernização, com a substituição de veículos e investimentos em melhoria do conforto e da segurança. Atualmente, toda a frota, composta por 2.780 ônibus, possui câmeras de monitoramento, aumentando a segurança contra assaltos. Além disso, 350 novos ônibus equipados para o transporte de portadores de necessidades especiais entraram em circulação durante o ano, elevando o número de coletivos com esse equipamento para 871, ou 36% do total.

Com uma população próxima a três milhões de habitantes e uma topografia bastante peculiar, Salvador conta com um sistema de transporte coletivo dinâmico, objeto de constante planejamento,  conforme a Secretaria de Transportes e Infra-estrutura (Setin). Afinal, a dificuldade de ampliação das ruas contrasta com o aumento do número de veículos particulares, que já supera 700 mil.

FROTA:
2.780 ônibus, incluindo os "Amarelinhos", todos em plena circulação.

MONITORAMENTO:
100% da frota dos ônibus de Salvador, ou seja, 2.780 ônibus equipados com
câmeras.

DEFICIENTES:

350 novos ônibus entraram em circulação este ano já equipados para receber os passageiros com dificuldade de locomoção ou usuários de cadeiras de rodas. Já são 871 ônibus adaptados, o que significa 36% do total dos ônibus na capital, uma das maiores frotas especiais do país.

Letreiros digitais confundem



Passageiros com problemas de visão são os que mais sofrem para identificar mensagens em ônibus da cidade


Edição de 07/01/2011
Alguns ônibus que circulam pela Região Metropolitana de Belém (RMB) já obedecem a determinação de ter letreiros digitais. A novidade, apesar de ser esteticamente mais atraente, tem confundido passageiros. Determinadas linhas exibem muitas informações diferentes, que mudam em poucos segundos. Quem tem problemas de visão enfrenta dificuldades para identificar as mensagens e a velocidade em que certos motoristas conduzem os veículos dificulta a tarefa.
O designer Jorge André da Silva, de 32 anos, escreveu uma carta a O LIBERAL questionando a eficiência dos letreiros digitais dos ônibus. Especialista no assunto, ele acredita que as fontes (formato das letras) e o tamanho dos caracteres nem sempre auxiliam. 'Esses letreiros confundem muito, pois o tamanho das letras às vezes é muito pequeno. E todas as fontes são na mesma proporção, então, nem dá para ler direito. Quem tem dificuldades em enxergar certamente tem problemas com esses letreiros', disse.
Na carta, Jorge André relata uma experiência que o surpreendeu quando estava numa parada de ônibus. Vários veículos do transporte alternativo passavam com as portas abertas e pessoas gritavam os trajetos e preços do serviço clandestino. Ele comentou com algumas pessoas na parada que aquela confusão incomodava, até ouvir dois depoimentos que o chocaram. 'Havia duas senhoras na parada. Uma era cega e disse que conseguia se locomover melhor porque ouvia nas vans qual era o trajeto. Outra era analfabeta e disse se sentir mais à vontade ao ouvir qual era a linha, pois era muito tímida para perguntar', relata.
A cabeleireira Maria Terezinha Fernandes, de 57 anos, é uma dessas pessoas que têm dificuldades em ver os caracteres exibidos nos letreiros digitais. De acordo com ela, as informações mudam muito rápido, mas o tamanho das letras é adequado. 'Por sorte as linhas que eu mais pego não têm esses letreiros, mas conheço muita gente que reclama. Eu tenho dificuldade. E nas paradas de vez em quando tem uma ou outra pessoa que pede ajuda para enxergar as letras', diz.
Por telefone, a assessoria de imprensa do Sindicato das Empresas de Transporte de Passageiros de Belém (Setransbel) explicou que os letreiros de algumas empresas da RMB adotam um padrão de tecnologia do sul do País. Os novos ônibus são com essa tecnologia, mas isso não é obrigatório. Os detalhes técnicos seriam explicados por um representante do Setransbel, mas não possível realizar a entrevista. Também não foi possível comentar o assunto com a Companhia de Transportes do Município de Belém (Ctbel).

Fonte: Jornal Amazônia

3 de janeiro de 2011

Deficiente física volta a andar com ajuda de ‘armadura’



 
Tags: paraplegico 0Amanda atua como espécie de piloto de testes de um exoesqueleto criado por engenheiros da Berkeley Bionics para as Forças Armadas Americanas. Com ele, soldados conseguem levantar objetos de 90 quilos.

Imagine o que é sofrer um acidente e passar 18 anos em uma cadeira de rodas, sem poder andar. E, de repente, essa pessoa sai andando. Não é milagre. É o progresso da medicina que fez Amanda Boxter caminhar.

Foi um dia muito mais colorido do que qualquer um de nós poderia imaginar. Quando Amanda e o cachorro Tucker percorreram o último trecho de calçada no caminho até o laboratório foram atrás de uma expectativa que parecia perdida 18 anos atrás, desde que Amanda sofreu um acidente de esqui em uma montanha nevada. Ela sentiu uma corrente elétrica como um choque descendo pelo corpo e nunca mais mexeu nada da cintura para baixo.

“Quando eu perdi os movimentos das pernas, um médico veio até meu quarto no hospital e disse que eu jamais voltaria a andar. Tirou toda a esperança que existia dentro de mim”, conta Amanda Boxtel.

As palavras do médico ainda latejavam na cabeça de Amanda naquela quinta-feira, até quando ela já estava ali, diante do equipamento que prometia o que talvez não fosse mais impossível, mas ainda era muito improvável. Como ela poderia andar, se quase a metade da vida foi na cadeira de rodas?

Amanda confia muito nos engenheiros da Berkeley Bionics, porque acompanha a pesquisa desde os primeiros testes. Dentro do instituto, ela viu o exoesqueleto que eles fizeram para as Forças Armadas Americanas. Com ele, soldados conseguem levantar objetos de 90 quilos como se fossem plumas, e seres humanos correm por horas e horas, incansáveis, como se fossem robôs.

Assim, a mulher que continuou atleta até mesmo depois da cadeira de rodas virou uma espécie de piloto de testes, sempre sob o olhar atento do cachorro. “Queremos que as pessoas se levantem e andem o mais rapidamente possível”, disse Eythor Bender.

Quando Amanda abandona a cadeira de rodas, começa a vestir uma tecnologia que, segundo os criadores, mistura robótica e inteligência artificial. Nas costas, está um computador de última geração, ligado a sensores que são colocados nos pés, nos joelhos e na cintura, para captar a intenção de Amanda.

“A máquina não decide sozinha”, explica o engenheiro de computação John Fogelin. “Mas, uma vez que você sinaliza que está pronto para dar o passo, você tem um computador com inteligência artificial para completar aquele movimento”.

Os assistentes fazem os últimos ajustes e se certificam de que o equipamento está bem preso ao corpo da paciente. Depois de um clique no botão, chega o grande momento.

Amanda surpreende e levanta de primeira. Em seguida, testa o equilíbrio do corpo em busca de firmeza e segurança. Ela precisa de muletas. Afinal, é preciso lembrar que ela não tem nenhuma força nas pernas.

Assim que a mente de Amanda diz ao corpo que gostaria de andar, a região em volta da cintura, a última parte que ainda responde ao cérebro, transmite essa mesma ordem ao computador. Isso acontece porque os sensores traduzem os mínimos movimentos de Amanda, e a máquina diz ao robô pra andar na direção exata em que ela tentou se mexer.

Enfim, depois de 18 anos de espera, qual é o sentimento de Amanda? “Você consegue imaginar: ficar paraplégico, sempre sonhar com isso e, de repente, não ter mais que sonhar? Essa é a minha realidade”, destaca a americana.

Amanda faz questão de ressaltar que está caminhando e ao mesmo tempo conversando com o repórter, sem se cansar. Ela também não sente o peso do equipamento, porque ele é feito para se sustentar por conta própria. São baterias potentes que, supostamente, aguentam um dia inteiro de caminhada.

Ainda que pareça simples, do ponto de vista tecnológico, é algo complicadíssimo. “Quanto mais você estuda o ato de andar, mais você percebe como é um modelo mecânico complexo. É um ato contínuo de cair e retomar o equilíbrio, o que é muito complicado de reproduzir em um computador”, ressalta o engenheiro John Fogelin.

Mas, agora que robótica avançou muito, o software está perfeitamente afinado, e a máquina navega com perfeição. Amanda Boxter se aventura calmamente pelo laboratório.

Na cadeira de rodas desde os 24 anos e agora, aos 43, depois de fazer o que nem o médico mais otimista poderia imaginar, ela fala outra vez em esperança.

“Não existe mais razão para não sonhar. Isso está acontecendo neste momento. A percepção dos médicos sobre o futuro de paciente com paralisia mudou, seja por meio de tratamentos com células-tronco ou com a tecnologia robótica. Agora dá para dizer: ‘você vai se levantar e caminhar’. E eu estou fazendo isso, desafiando todas as probabilidades”, afirma Amanda.

Por fim, Amanda faz questão de exibir a conquista ao companheiro Tucker. E o dia termina com um convite inesperado para ele: vamos caminhar?



Fonte: Globo.com

Projeto aumenta pena para estacionamento em vaga de idosos ou deficientes



BOA NOTÍCIA!
Vital do Rêgo Filho pretende aumentar a infração de 3 para 7 pontos na carteira de habilitação. A Câmara analisa o Projeto de Lei 7864/10, do deputado Vital do Rêgo Filho (PMDB-PB), que endurece a pena para quem estacionar ilegalmente nas vagas reservadas para maiores de 60 anos ou pessoas com deficiência. A infração vai passar de leve para gravíssima, aumentando o valor da multa e o número de pontos na carteira impostos ao condutor.

"Cadeirantes e idosos já perderam a conta de quantas vezes foram obrigados a comprar"briga"para ver o seu direito assegurado", argumenta o autor.

Atualmente, por definição de resoluções do Conselho Nacional de Trânsito, quem estaciona ilegalmente nas vagas destinadas a maiores de 60 anos ou a pessoas com deficiência comete infração leve e está sujeito a pena de multa e remoção do veículo, além de ganhar três pontos na carteira de habilitação.
A proposta torna a prática infração gravíssima, que acarreta sete pontos na carteira, pagamento de multa e ainda a remoção do veículo pelo Departamento de Trânsito (Detran) competente. Além de alterar a pena, a proposta inclui a sanção, atualmente imposta por resolução, no Código de Trânsito (Lei 9.503/1997). O objetivo, segundo o deputado, é dar maior garantia de que o direito dessas pessoas seja respeitado.

Tramitação
A proposta tramita em caráter conclusivoRito de tramitação pelo qual o projeto não precisa ser votado pelo Plenário, apenas pelas comissões designadas para analisá-lo. O projeto perderá esse caráter em duas situações: - se houver parecer divergente entre as comissões (rejeição por uma, aprovação por outra); - se, depois de aprovado ou rejeitado pelas comissões, houver recurso contra esse rito assinado por 51 deputados (10% do total). Nos dois casos, o projeto precisará ser votado pelo Plenário. e será analisada pelas comissões de Viação e Transportes; e Constituição e Justiça e de Cidadania.

Íntegra da proposta: PL-7864/2010

Autor: Agência Câmara

Fonte: Jus Brasil (30/12/10)


Postado por: Vera (Deficiente Ciente) | 

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